EXPOSIÇÃO

Os primeiros pavilhões

Desde que era um sonho e depois um projeto arquitetônico, o complexo hospitalar do HC de Barretos compunha-se de pavilhões com funções diferentes e complementares, sempre baseando-se nos pilares idealizados pelo dr. Paulo Prata: tratamento, prevenção e pesquisa. Diante disso, mesmo em um período turbulento de crises econômicas, o desafio da Fundação Pio XII era por em prática a construção do complexo hospitalar idealizado pelo dr. Paulo Prata. Quem assumiu essa função foi seu filho, Henrique Duarte Prata, que a partir de 1989 trouxe para si a responsabilidade de buscar recursos para tirar o Hospital São Judas Tadeu da crise e construir o novo HC. Contando com a parceria de fazendeiros, artistas e da sociedade civil por meio de doações buscadas uma a uma por Henrique, ao longo dos anos 1990 e 2000, a Fundação Pio XII inaugurava novos pavilhões, tendo como patronos os artistas e demais doadores que acreditavam no projeto e em sua gestão.

Primeiro pavilhão construído no novo Hospital de Câncer, inaugurado em 6 de dezembro de 1991. Com dependências para ambulatório e consultórios
médicos, o pavilhão recebeu o nome do pai da dra. Scylla, o pecuarista Antenor Duarte Villela, que por diversas vezes auxiliou financeiramente a Fundação Pio XII.

Em 14 de dezembro de 1995, foi inaugurado o Pavilhão Chitãozinho e Xororó para radioterapia e diagnóstico por imagem. Chitãozinho e Xororó foram os primeiros artistas procurados por Henrique Prata que se sensibilizaram com a causa, doaram show para o hospital e aceitaram expor seus nomes como meio de propaganda e exemplo para contagiar novos doadores.

Pavilhão Sérgio Reis, inaugurado em 18 de março de 1997 para laboratórios.

Em 3 de novembro de 1997, foi inaugurado o Pavilhão Xuxa Meneghel para sediar a unidade de quimioterapia.

O Pavilhão Leandro & Leonardo, de Medicina Nuclear, Fisioterapia e Odontologia foi inaugurado em 26 de dezembro de 1999.

Para sediar a UTI, em 08 de julho de 2002, foi inaugurado o Pavilhão Gugu Liberato. Na mesma data, também houve a inauguração do Pavilhão José Serra como centro cirúrgico.

Ainda em 08 de julho de 2002, as dependências para internação foram abertas com a abertura do Pavilhão Zezé Di Camargo & Luciano.

Inaugurações

Inaugurar pavilhões e outras áreas é um feito repetido no Hospital de Amor. É sempre emocionante descerrar os laços de inauguração, tendo ao lado do hospital figuras que colaboram para o seu crescimento. Do primeiro ambulatório ao Ircad, o hospital renasce a cada desatar de fitas.

Inauguração do primeiro pavilhão do Hospital de Câncer, denominado Antenor Duarte Vilella, em 1991. Em destaque, dra. Scylla Prata e o segundo bispo diocesano de Barretos, dom Antônio Maria Mucciolo.

Na inauguração do Pavilhão Sérgio Reis, em 1997, destaque à presença do arquiteto Jarbas Bela Karman (1917/2008), responsável pelo projeto arquitetônico do novo HC de Barretos.

Inauguração do Pavilhão Gian & Giovani, dependências do Centro Administrativo e do Centro de Intercorrências Ambulatoriais, em 27 de agosto de 2003.

Alexandre Pires, junto ao seu irmão, Henrique Prata e a dra. Scylla Prata, presente na inauguração do pavilhão que leva seu nome e integra o setor de lavanderia; em 22 de dezembro de 2006.

Cantor Leonardo e sua família presentes na inauguração do Pavilhão Leandro & Leonardo, em 22 de dezembro de 1999.

A senhora Maria do Céu Liberato esteve junto ao seu filho, o apresentador Gugu Liberato, na inauguração do Pavilhão Gugu Liberato em 2002. Ela possui uma bela história com a dra. Scylla Prata, vivida no início dos anos 1950, em São Paulo. Esse dia foi emocionante para todos.

Em 9 de julho de 2011, foi inaugurado o IRCAD (Instituto de Treinamento em Cirurgias Minimamente Invasivas e Cirurgia Robótica). Fundado pelo professor e médico francês Jacques Marescaux, o Ircad conta com poucas extensões espalhadas no mundo, a unidade de
Barretos era a terceira
inaugurada no planeta para
treinamento em cirurgia
minimamente invasiva. 

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