EXPOSIÇÃO
Do Hospital São Judas Tadeu ao Hospital de Câncer de Barretos
Em 1962, nascia o Hospital São Judas Tadeu, fruto do trabalho do casal de médicos, Paulo e Scylla Prata, apoiado por sua família e equipe. A partir de 1967, o hospital especializou-se em oncologia e, no ano seguinte, oficializou seu atendimento público ao criar a Fundação Pio XII, seu instrumento jurídico. Assim, como um feito histórico, tornou-se o primeiro hospital oncológico do interior paulista. Atravessando décadas de lutas, crises e superações, o Hospital de Câncer de Barretos, especialmente a partir de 1989, cresceu e iniciou uma nova era.
Drs. Paulo e Scylla Prata, médicos formados pela USP em 1949, fundadores do Hospital São Judas Tadeu em 1962 e responsáveis pela abertura do hospital para atendimento público especializado em oncologia.
Hospital São Judas Tadeu,
inaugurado a 24 de março de
1962, na rua 20, esquina da
avenida 31, no centro de
Barretos/SP.
Início da construção do complexo hospitalar que hoje abriga o Hospital de Amor, no início da década de 1990. À época, divulgava-se a construção do novo Hospital de Câncer no bairro Campo
Redondo, cujo primeiro ambulatório foi o pavilhão “Antenor Duarte Vilela”.
Dr. Paulo Prata e seu filho, Henrique Duarte Prata, durante a entrega de ambulância doada ao Hospital São Judas Tadeu, em outubro de 1989.
Desde a década de 1960, o Hospital de Amor coleciona notícias que acompanham
sua evolução e trajetória, principalmente nos momentos em que se tornou referência.
O Hospital São Judas Tadeu quando inaugurado, em 1962, era um empreendimento hospitalar moderno. Como hospital geral, o São Judas recebia
pacientes de baixa renda para tratarem de suas doenças, inclusive o câncer. Abrindo seu atendimento aos convênios públicos, tornouse fisicamente pequeno diante às demandas e à sua missão. A expansão, portanto, era necessária.
Quando se tornou “hospital de tumores” aberto ao público, o hospital São Judas mantinha apenas quatro médicos em sua equipe: drs. Paulo Prata, Scylla Prata,
Miguel Abohiram Gonçalves e Domingos Boldrini. Foram os pioneiros e fizeram
história. A partir das décadas de 1970
e 1980, novos médicos se estabeleceram e fizeram parte da história do hospital
atravessando suas diversas fases, tais como os drs. Edmundo Carvalho Mauad, Gilberto Colli, Maria Izilda Previato Simões, José Elias Abrão Miziara, Raphael Haikel, José Carlos Zaparolli e outros.
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