Relatórios Bobológicos

Relatório sobre as primeiras experiências de um Doutor Bobológico

2/05/24

Nossa, que calor é esse? Opa, cheguei em Barretos (SP), que comecemos os trabalhos!

Calma, mas antes é necessário aprender sobre a rotina de um doutor(a) bobologista. De onde vêm, o que comem, como vivem. Então observei, observei e suei. Ô como suei. Alguém liga o ar aí?!

Conclusão de minha suação, digo, observação: A rotina de um doutor ou doutora bobologista se baseia basicamente em bobear por aí.

É muita bobeação: bobeiam em cumprimentar, bobeiam em conversar, bobeiam em bobear.

Foi assim minha primeira semana de trabalho no Hospital de Amor, observando meus colegas bobologistas, bobeando por aí.

Segunda semana. Depois de muita bobeação, quero dizer, observação: agora sim um bobologista oficial, com jaleco e até crachá. E não é que fiquei bonito na foto? Bora então fazer alguns atendimentos bobológicos.

– Não, não sou o doutor Figuerino!

Respondia pelos corredores afora ao me confundirem com este doutor que parece ter 2 metros de altura e ter as canelas finas como arame de varal.

– Sou o Dr. Ossildo Ossudo Puro Osso da Silva, se está osso chama nóis!

Assim, ao lado do meu parceiro Balako do BalakoBako fui conhecendo os funcionários e pacientes do Hospital de Amor. A cada encontro uma história e uma bobeira nova, entre algumas delas nos transformamos em muitos animais, como cachorros, gatos, ratos… eita… corre que o menino quer dar uma chinelada na gente! É, vida de rato não é fácil, pobrezinhos. Enfim, nos transformamos até em dinossauro. Está certo que no meu caso estava mais para fóssil.

Contudo, depois de tantos encontros, experiências e vivências intensas como um doutor bobológico, cheguei à conclusão: Realmente aqui é calor demais!!!

Etâ lugarzinho quente. Quente na temperatura e quente também nos encontros. A cada um deles esquentava um pouquinho mais o coração.

Dr. Ossildo
Hospital de Amor