Relatórios Bobológicos

O grande show do pesqueiro: entre peixes, poesia e risos

25/07/25

Ah, querido relatório bobológico, hoje eu tenho que te contar uma história daquelas, de quando o tempo parece que estica de tanta coisa que a gente vive. Então, por esses dias fomos pescar! SIM, fomos pescar e olha, com toda a equipe do Hospital São Judas Tadeu! Eu até fico pensando, faz quanto tempo que eu não pescava, né? Já estava me fazendo falta, sabia? Sentir aquele ventinho batendo na cara, uns mosquitinhos zumbindo na orelha (mas faz parte, né, criatura, se os bichinhos não aparecem, é porque não tem vida ali), e o som do rio, que é coisa boa.

Agora, quem é que foi nessa empreitada? Ora, você não vai acreditar, mas fomos eu, Dr. Balako, Dr. Figuerino e Dr. Ossildo. Cada um com a sua carinha e seu jeito, quando a gente vai pescar, é bom ter companhia. Afinal, peixe não se pega sozinho, né? A gente sempre acaba com um “sabe aquela história?” e passa o tempo se divertindo, rindo e pescando.

E olha, a gente caprichou na vestimenta, viu? Sério, até eu me surpreendi. Isso de ter caráter não é só coisa da cabeça, não, é do corpo todo! Tinha camisa xadrez, chapéu de palha, bota de couro… A gente entra no clima, meu amigo, e se veste a caráter. Dizia o ditado: quem tem caráter, tem também estilo. E a gente se empolgou! Estava todo mundo com vontade de ser aquele pescador típico, com jeito simples e risonho.

Agora, se prepara, porque o trem ficou bom de verdade. Pegamos o ônibus com a galera do hospital, pacientes e acompanhantes. Era dia de passeio, e olha, que dia bom! O pessoal estava tão feliz, parecia até que o próprio sol estava sorrindo para a gente. E no caminho até o pesqueiro, nem vou te contar, que conversa boa rolou. O motorista estava no comando, e a gente foi atendendo a todo mundo, um a um. Fomos ali puxando papo com quem queria, falando besteira, dando conselhos que nem sei de onde vieram.

Chegamos no pesqueiro e, olha, foi um alvoroço. Cada paciente achou seu cantinho, alguns foram direto pescar, outros só ficaram ali, observando o cenário, e todos se enfiaram no café da tarde. Ô trem bom! Pão de queijo quentinho, bolo fofinho, suco gelado, refrigerante, água… estava uma delícia. Não posso nem falar muito, senão até me dá uma saudade. E eu aqui com fome, querendo mais um pedaço de bolo. E claro, a isca e a batata frita ainda estavam por vir. Só falta isso! Quanta coisa boa no mesmo lugar.

E eu, né? Claro que não ia perder a chance. Fui pescar também, com minha vara de bambu, a isca, aquele momento silencioso, que é só você e o peixe. E não é que eu peguei um peixe, meu amigo? Grande, viu? Pelo menos 200 gramas, e eu te garanto, esse peixe era uma lenda! Se não fosse eu lá para mostrar para os outros, ninguém acreditava. Tirei até foto, para provar minha façanha. Eu já estava começando a me achar o rei da pesca!

Mas o melhor ainda estava por vir. Apareceu um cantor lá, desses de verdade, o homem era bom! Eu, que gosto de música, fui me entrosando com ele. E quando ele soltou uma dessas de Raça Negra, eu não me aguentei, peguei o microfone e soltei a voz:

“Cheia de mania

Toda dengosa

Menina bonita

Sabe que é formosa!”

Foi uma festa, só que mais de risada e mais de alegria do que de qualquer outra coisa. Figuerino e Ossildo não ficaram atrás, se jogaram na dança e cantoria, e fizemos um show que até o céu parecia aplaudir. E agora, meu amigo, tô esperando o convite para a próxima apresentação. Quem sabe a gente não vai para um palco maior!

Ah, e você acredita que a gente cantou bem? Pois, como diria Raça Negra: “dig dig dig ê”! Eu já tô esperando o próximo show. E que dia bom, meu amigo, que dia bom!

 

Hospital São Judas Tadeu
Dr. Balako